JapaBoy Cosplay!

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Todo dia a ilustradora Fernanda Segolin, intitulado Japa Boy Cosplay posta o japinha simpático “fantasiado” de algum outro personagem. Fiquei até perdida na hora de escolher quais iriam ilustrar o post, todos são muito bons!! O traço e estilo que a Fernanda utiliza é um dos que eu mais gosto, desses que deixam o personagem super carismático e fofinho. O projeto ainda está no começo, faz pouco mais de um mês, e acho que vale muito a pena acompanhar as postagens.

Fonte: Pequenina Vanilla

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Meu desenho criou vida!

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Sabe aqueles desenhos engraçados (e, às vezes, incompreensíveis) que as crianças adoram fazer? Pois agora eles podem virar bonecos nas mãos de artistas! A ideia inicial foi de Wendy Tsao, fundadora da Child’s Own Studio, que criou seu primeiro boneco baseado em um desenho de seu filho. No site, ela recebe desenhos de crianças, os transforma em bonecos e envia para seus respectivos donos.

E a ideia está se popularizando no Brasil! Algumas empresas que oferecem o serviço: Atelier de BrinquedosAteliê da SerraTrapos e Monstros e BluFriendFactory (que também cria bonecos a partir de caricaturas).

bonecos feitos a partir de desenhos de criancas

bonecos desenhos crianças

bonecos desenhos crianças

bonecos desenhos crianças

Fotos: Child’s Own Studio

Fonte: Constance Zhan

Temperatura Máxima

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Rosto vermelho, mãos frias e testa quente: será que é febre? A Revista Crescer explica tudo sobre o sintoma que mais preocupa os pais, veja por que é preciso esperar um pouco antes de medicar o seu filho e as alternativas para amenizar o desconforto dele

  Boden/Ledingham / Masterfile

Não importa se é só um resfriado. Se a temperatura corporal do seu filho começa a subir, é impossível não se preocupar. A febre, de fato, é um dos principais motivos de consulta aos pediatras, tanto nos consultórios quanto nos pronto-socorros. O que muitos pais não sabem, no entanto, é que ela não é uma doença, e sim um sintoma de que algo está acontecendo no organismo. “A febre é um mecanismo fisiológico que tem o intuito de combater uma infecção”, diz a pediatra Leda Amar de Aquino, presidente do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Isso porque alguns agentes infecciosos, como vírus e bactérias, não sobrevivem a partir de 37ºC.

Em estudo recente, cientistas do departamento de imunologia do Instituto de Câncer Roswell Park, no estado de Nova York, nos Estados Unidos, observaram que a formação de um certo tipo de linfócito (célula sanguínea) capaz de destruir células infectadas e cancerígenas é intensificada por um aumento médio de temperatura. Já se sabe que micro-organismos que fazem mal ao ser humano não conseguem se duplicar tão bem quando estamos com febre, mas o trabalho sugere que o nosso sistema imunológico pode, inclusive, trabalhar melhor quando o corpo fica mais quente. Por isso, não se desepere quando o termômetro começar a subir. Na maioria das vezes, não é nada grave. Com isso em mente, mantenha a calma, o que vai passar mais segurança ao seu filho e evitar deixá-lo mais assustado. As seguir, as respostas para as dúvidas mais comuns quando o assunto é febre, como as causas, o tipo de tratamento e as alternativas além do antitérmico.

O que causa a febre? 

A febre é sempre sintoma de uma infecção ou inflamação, por isso você tem toda razão ao ficar alerta. Mas nem sempre é grave. As causas mais comuns são infecções virais, como respiratórias, urinárias, otites, amigdalites e pneumonias. Na maioria das vezes, no entanto, trata-se de um sintoma benigno que vai embora espontaneamente. Você leu certo. Ela tende a desaparecer sozinha, sem a necessidade de medicação.

E quando é preciso dar remédio?

Por mais que dê vontade de medicar a criança assim que a testa dela começa a esquentar, saiba que, segundo os especialistas, só temperaturas acima de 37,8ºC são consideradas febre. Além disso, de acordo com a recomendação atual da Sociedade Brasileira de Pediatria, se seu filho for maior de 3 meses e estiver com menos de 38ºC e bem de maneira geral ¬ brincando, comendo e dormindo normalmente ¬, o ideal é apenas aliviar o mal-estar, com banho morno ou compressas de água morna na cabeça, virilha e axila a cada cinco minutos, por exemplo. Também tenha em mente que ele ficará com febre muito mais do que você. Afinal, na infância, a imunidade ainda não está totalmente desenvolvida e a criança fica mais suscetível à doenças. Após os 38ºC, pode haver medicação ¬ que tende a levar até uma hora para fazer efeito. Lembre-se de que as viroses duram, em geral, de um a dois dias. Então, nesse período, seu filho ainda vai apresentar o que os pediatras chamam de quadro febril. Até lá, a criança pode ficar com o rosto vermelho, respirar mais rápido do que o normal, sentir frio e mostrar-se um pouco abatida. As mãos e os pés também ficam gelados, pois os vasos sanguíneos das extremidades se contraem para elevar a temperatura do resto do corpo. Algumas podem, ainda, ter dores musculares e de cabeça.

Como aliviar o mal-estar?

Além do antitérmico que o pediatra recomendar, outras medidas importantes para amenizar o desconforto são manter a criança com roupas de acordo com a temperatura ambiente (ou seja, no verão, nada de agasalho), oferecer bastante líquido e também muito carinho. E nada de usar panos umedecidos com álcool, pois há risco de a criança inalar a substância que evaporar. Ofereça uma dieta leve, mas não precisa forçá-la a comer, já que pode vomitar com facilidade, e o mais importante, nesse caso, é mantê-la hidratada.

Nem todos os pais, porém, conseguem esperar. De acordo com um levantamento da Academia Americana de Pediatria feito no ano passado, 25% dos cuidadores administram antitérmicos mesmo que a temperatura da criança seja inferior a 37,8°C. Um dos motivos para isso é o medo de a febre causar convulsão. De fato, esse fenômeno pode, sim, acontecer entre crianças de até 4 anos, mas independe da temperatura delas (algumas vezes, acontece quando a febre está tão baixa que os pais ainda nem a perceberam). A boa notícia é que, além de ser rara, é preciso ter predisposição genética para haver uma convulsão febril. E o mais importante: ela não deixa sequelas. Ou seja, se você já ouviu aquela história de que febre pode matar neurônios, relaxe: é um mito.

Como medicar?

Os remédios usados para controlar a temperatura são os de efeito analgésico e antitérmico. No Brasil, os mais utilizados são o paracetamol, o ibuprofeno e a dipirona. Só o pediatra pode indicar a melhor opção para o seu filho, bem como a quantidade exata que você deve oferecer a ele, em mililitros, com uma seringa ou copo dosador. Se a medicação for em gotas, nunca pingue diretamente na boca da criança, pois há risco de intoxicação caso caia algumas a mais sem querer. “A dose vai variar conforme o princípio ativo e a apresentação do remédio (gotas ou comprimido, por exemplo), assim como o histórico de alergia da criança, se houver”, explica a pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Posso alternar os remédios?

Fazer rodízio de medicamentos, como o paracetamol e o ibuprofeno, é uma prática comum ¬ no entanto, nem todos os especialistas recomendam. Apesar de alguns estudos mostrarem que essa combinação pode ser mais eficaz para reduzir a temperatura, há um risco maior de intoxicação e alergia. “Pior ainda quando a mãe fica aflita e reduz o intervalo de seis horas entre os remédios”, alerta a pediatra Leda, da SBP. Pense que até mesmo o paracetamol tem de ser administrado com cuidado, não é água com açúcar. Por isso, caso a febre não passe mesmo após a medicação ou volte cerca de duas horas depois do remédio, converse com o pediatra para saber se é o caso de aplicar outro medicamento.

Outro hábito bastante difundido é medicar a criança antes de dar uma vacina, como forma de prevenção, já que um dos possíveis efeitos colaterais é a febre. O perigo, nesse caso, é o antitérmico interferir na resposta imunológica à vacina. Por isso, mais uma vez, repetimos: paciência. Para começar, seu filho não vai ter febre toda vez que for vacinado (as vacinas acelulares, oferecidas em clínicas particulares, são as que apresentam menos reações, como inchaço no local e irritabilidade, além da febre). Já o aumento de temperatura por causa do nascimento de um dente é raro: o que pode acontecer é que, para aliviar a coceira, a criança coloque tudo na boca e aí se contamine.

Qual é a hora certa de procurar o pediatra?

Em algumas situações, o profissional tem de ser consultado imediatamente. É o caso de bebês com menos de 3 meses e temperatura superior a 37,8ºC, por exemplo. O mesmo vale para crianças de qualquer idade com febre acima de 39ºC ou com outros sintomas mais graves, como letargia, falta de ar, vômitos, diarreia, palidez e manchas na pele, independentemente do grau da febre. Por último, se ela durar mais de 48 horas, mesmo que a criança esteja bem, é necessário investigar. Se seu filho não se encaixar em nenhuma dessas situações, tenha calma. Provalvelmente, não é o caso de correr para o médico.

O termômetro ideal 

Os pais mais experientes conseguem identificar a febre apenas colocando a palma da mão no rosto ou no tórax da criança. mas o termômetro ainda é a opção mais segura. conheça os mais usados:

Digital: nem sempre são precisos. É necessário aguardar, em média, um minuto para a medição da temperatura, que deve ser feita na axila. custa em torno de R$ 70. Timpânico: a temperatura é medida pelo ouvido e se mostra mais alta do que em outras regiões. isso deve ser levado em consideração pelo pediatra. a medição é rápida e precisa, mas o termômetro custa caro: R$ 500, em média.

Mercúrio: é o mais fiel. o problema é que, como é de vidro, pode se quebrar facilmente e a substância é tóxica. outro senão: você vai ter de esperar, no mínimo, três minutos antes de fazer a leitura correta. Use-o também na axila. custa, em média, R$ 30.

Febre ou hipertermia?

A febre é uma alteração da temperatura que faz parte do mecanismo de defesa do próprio organismo. A hipertermia também se caracteriza pela elevação da temperatura, mas as causas são externas. a mais comum é a exposição ao sol. Acontece, por exemplo, quando a família fica na praia fora do horário recomendado (antes das 10 e depois das 16 horas). Em geral, basta dar um banho morno na criança, oferecer bastante líquido e deixála em um ambiente arejado. Em último caso, dê o antitérmico de costume.

 

Alimentos indispensáveis e prejudiciais ao feto

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Desde o início da gestação, a futura mamãe deve adotar umadieta saudável e equilibrada, pois o bebê já necessita de diversos nutrientes que serão essenciais para seu desenvolvimento. De acordo com o ginecologista e obstetra Soubhi Kahhale, do Hospital e Maternidade São Luiz, “é preciso se informar bastante sobre alimentação, pois tudo o que é consumido pela mãe é absorvido pelo feto através do cordão umbilical, que liga a placenta a duas artérias também responsáveis pela transferência de oxigênio, aminoácidos e ferro”. Quando o bebê recebe todos os nutrientes e vitaminas necessárias, consequentemente nasce mais saudável e com peso ideal.

Veja abaixo, os alimentos indispensáveis e prejudiciais ao feto, segundo o especialista.

Alimentos indispensáveis:

Proteínas, sais minerais, vitaminas e glicose estão entre os componentes mais importantes para a saúde da criança que irá nascer. Além disso, para evitar a possibilidade de má formação neurológica do feto, a gestante deve incluir em sua dieta o ácido fólico (feijão, ervilha, tomate, brócolis, cogumelo e espinafre são alguns alimentos ricos em ácido fólico) e vitamina do complexo B, presente em folhas escuras e na gema do ovo.

Alimentos prejudiciais:

consumo excessivo de cafeína, por exemplo, tem sido um dos alvos principais dos obstetras por ser um estimulante que aumenta o metabolismo e os batimentos cardíacos, deixando o bebê agitado. As carnes cruas também devem ser evitadas devido à toxoplasmose, doença encontrada em um parasita que se hospeda na gestante, podendo resultar em aborto, deficiências neurológicas e visuais.

*O especialista destaca ainda que é importante que a gestante cumpra uma dieta de seis refeições diárias, mas sem exageros. “Ela não pode pensar que está comendo por dois. A formação de placas de gordura nas artérias do bebê já é um fator estudado e que pode acarretar em futuros problemas cardiovasculares”, alerta.

Fonte: Constance Zhan

Fantasia com cara de roupinha

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Amamos fantasias que tem cara de roupinha, e nesse caso roupinhas que tem uma carinha de fantasia! A idéia da Paul & Paula é trazer o lado lúdico para as roupas dos pequenos, colocando pequenos detalhes que deixam a peça mais divertida!

 

 

A marca é australiana e as roupinhas são todas feitas a mão. Inspiradas em tubarões, dinossauros, morcego e joaninhas.

 

Gostou desse estilo de roupinha? Dá uma passadinha no Corujinhas, que a marca Farofa tem a mesma proposta, com fantasias confortáveis, perfeitas para o dia-a-dia! Acesse aqui!

 

Brinquedos educativos

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O universo dos brinquedos educativos é fascinante! Eles são capazes, entre outras coisas, de aguçar a curiosidade, exercitar a coordenação motoradesenvolver o raciocínio e a concentração, tudo isso enquanto os pequenos se divertem. Mas é importante levar em conta a faixa etária e o estágio de desenvolvimento da criança na hora de escolher o brinquedo ideal. Para isso, conversamos com a Claudia, da Biju – Arte Brincante, loja especializada em brinquedos educativos artesanais. Abaixo, ela  indicou ao Blog Constance Zhan, opções de brinquedos educativos que estimulam habilidades diferentes de acordo com a idade:

1 ano e meio a 2 anos

Nessa idade as crianças já falam e entendem, portanto já podem ganhar brinquedos educativos que estimulem os sentidos e a coordenação motora.

– Sugestões: Quebra-cabeça de cubos | Pescaria | Mosaico de Cores:

Brinquedos: Biju

2 a 3 anos

É uma fase em que as crianças têm muitas curiosidades. Ofereça brinquedos que estimulem a criatividade e aprimorem a noção de tamanho.

– Sugestões: Jogo de loto |  Quebra-cabeças com formas diferentes | Encaixe de formas:

Brinquedos: Biju e Ideia Educativa (jogo de encaixe)

3 a 5 anos

Já dá para introduzir brinquedos que tenham regras e que desenvolvam a memória e o raciocínio.

– Sugestões: Quebra-cabeça vertical | Jogo da memória | Costurando:

Brinquedos: Biju

5 a 7 anos

Nesta fase os brinquedos podem ajudar as crianças a construir seu vocabulário e aprimorar seus conhecimentos matemáticos.

– Sugestões: Jogo da soma | jogo das bolinhas | tangram

Brinquedos: Biju

8 a 12 anos

A criança começa a se interessar por atividades mais complexas, envolvendo raciocínio lógico, conceitos matemáticos e imaginação.

Sugestões: Torre de hanói | inversão | jogos de tabuleiro diversos (damas, trilha, ludo, xadrez):

Brinquedos: Biju e ABC Didática (jogo de damas)